Nutricionista revelou os piores alimentos ultraprocessados; veja lista

O consumo excessivo e frequente de alimentos ultraprocessados tem representado sérios riscos para a saúde de milhões de pessoas. A nutricionista Gabriela Milanez destacou, em vídeo nas redes sociais, os dez piores alimentos que costumam fazer parte da rotina alimentar da população e que devem ser evitados para reduzir chances de doenças crônicas como diabetes, obesidade e câncer.

Ranking dos dez piores alimentos ultraprocessados segundo Gabriela Milanez:

  1. Bebidas alcoólicas — Apontadas como as mais nocivas, impactam o fígado, o sono, o funcionamento hormonal e estão ligadas ao aumento de todos os tipos de câncer. A nutricionista alerta que não existe dose segura, nem mesmo no consumo moderado de vinho.
  2. Salsicha — Também classificada pela OMS como nível 1 de evidência para câncer, comparada ao mesmo grupo do cigarro pela alta presença de gorduras, sódio e aditivos danosos.
  3. Mortadela — Associada a elevado risco de câncer colorretal e classificada pela OMS como nível 1 de evidência para essa doença.
  4. Nuggets — Feitos com carne reconstituída, farinha, gordura e conservantes, aparentam ser inofensivos mas carregam riscos.
  5. Miojo — Ultraprocessado, com excesso de sódio e gordura, e temperos compostos por glutamato e conservantes.
  6. Batata frita de pacote — Além da alta carga calórica e óleo, contém acrilamida, substância associada ao risco de câncer.
  7. Biscoito recheado — Ponto alto para açúcar, gordura e aditivos químicos, é um dos maiores gatilhos para vício alimentar e ganho de peso.
  8. Sorvete industrializado — Rico em açúcar, gordura saturada e aditivos artificiais, contribui para inflamações e ganho de peso.
  9. Creme de avelã — Basicamente açúcar e gordura de palma, é altamente palatável e facilita o consumo excessivo, dobrando as calorias diárias facilmente.
  10. Refrigerante — Considerado “açúcar líquido sem nenhum nutriente”, seu consumo está diretamente ligado ao aumento da gordura corporal, diabetes e resistência à insulina.

    Evitar ou reduzir o consumo desses alimentos ultraprocessados é fundamental para preservar a saúde, evitar o desenvolvimento de doenças graves e promover uma alimentação mais natural, balanceada e sustentável.