Universidades brasileiras estão entre as mais bem avaliadas do mundo, de acordo com novo ranking

O Brasil conta com três universidades entre as mais bem avaliadas por empregadores no cenário global, conforme revela o ranking Global Employability University Rankings & Survey (GEURS) 2026, divulgado recentemente pela Times Higher Education, empresa mundial especializada em dados educacionais. Este estudo reconhece as instituições com melhor desempenho na empregabilidade de seus alunos, levando em consideração votações de mais de 12 mil empregadores de 32 países, totalizando quase 120 mil votos.

As universidades brasileiras destacadas figuram entre as 250 melhores do mundo, refletindo a qualidade do ensino e a capacidade de preparar profissionais para o mercado competitivo. Entre os aspectos avaliados estão o desenvolvimento de “soft skills” (habilidades interpessoais como resiliência, comunicação, confiança e motivação), a especialização acadêmica, a capacitação para pesquisa, o foco na carreira, a atuação no ambiente digital, a excelência acadêmica e o engajamento com o internacionalismo.

Universidades da América Latina também aparecem no ranking

Na América Latina, além das três instituições brasileiras, outras oito universidades aparecem no ranking, incluindo renomadas instituições do México, Chile, Argentina e Colômbia. Destacam-se o Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey (México) e a Universidade Nacional Autônoma do México. A presença forte da região revela a crescente valorização das universidades latino-americanas no mercado global.

O ranking é dominado pelas universidades dos Estados Unidos e do Reino Unido, que abrem o top 10 com nomes como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Stanford, Universidade da Califórnia em Berkeley, Universidade de Cambridge, e Universidade de Oxford. Também integram a lista instituições de Singapura, Suíça e Londres, reconhecidas por sua excelência acadêmica e inovação.

A inclusão das universidades brasileiras neste seleto grupo ressalta a capacidade do país em formar profissionais qualificados e preparados para os desafios do mercado global, reforçando a importância dos investimentos em ensino superior e desenvolvimento acadêmico no Brasil. Essa posição no ranking demonstra que as universidades do país são referência na construção de competências valorizadas pelos empregadores no mundo todo.